POSSO DEIXAR MEU CARTÃO COM VOCÊ?

Quantas vezes, na sua vida profissional, você pronunciou ou ouviu a pergunta acima? É um ritual quase obrigatório, mesmo em tempos digitais, trocar cartões de visita em contatos profissionais e corporativos. Mas, afinal, como e quando surgiu esse hábito? Quem inventou o cartão de visitas?

A versão mais conhecida conta que o cartão foi “inventado” em jogos de carta do século XVII, na França – ele era usado para garantir o pagamento de dívidas entre os jogadores. Durante o reinado do rei Luís XIV, ainda na França, ele evoluiu para cartão de saudação, sendo usado pela elite da época nas cerimônias.

Já em Londres, no mesmo período, surgiram os tradecards (cartões comerciais). Eles eram utilizados para anunciar propagandas e, curiosamente, como mapas, já que não havia um sistema formal de numeração de ruas na capital inglesa. 

Com o tempo, os cartões foram sendo difundidos e adotaram formas de personalização, com a aplicação de efeitos e inovações tipográficas. Já no século XIX, os cartões de visita eram obrigatórios para qualquer pessoa de classes sociais privilegiadas. Nas casas, bandejas eram disponibilizadas para os visitantes deixarem seus cartões. 

Consolidado na cultura corporativa, o cartão de visita cumpre funções que vão além de indicar dados para contato posterior. Veja:

  • Instrumentalizar o networking 
  • Trocar informações sobre o negócio 
  • Fortalecer a marca da empresa
  • Registrar as referências digitais do profissional e da empresa – e-mail; site; páginas em redes sociais etc.   
  • Transmitir credibilidade, organização e profissionalismo

Por isso, é importante investir no design e na qualidade de impressão do cartão de visita. Ele é, juntamente com quem o entrega, o primeiro instrumento de identidade visual tangível de um empreendimento.

Aprenda mais – No Japão, cartão é coisa séria

No Japão, o ritual da troca de cartões é observado com rigidez e segue uma etiqueta própria. O meishi − nome do cartão de visita em japonês – é visto como uma “extensão da pessoa” e, por isso, deve ser tratado de forma cuidadosa. Em reuniões de negócios, por exemplo, os “seniores” e as pessoas com cargos superiores deverão fazer a troca primeiro.

Entregando > O cartão deve ser mantido em um porta-cartão apropriado e entregue com as duas mãos.

Recebendo > Ao receber o cartão, deve-se ler o seu conteúdo atentamente e, só depois, guardá-lo no porta-cartão (de forma cuidadosa, sempre).
A Rona Editora é altamente especializada na impressão de cartões de visita e outros materiais para divulgação do seu trabalho e do seu empreendimento, como folders, catálogos e convites.
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