APRESENTAÇÃO GRÁFICA: 7 DICAS ESSENCIAIS PARA TORNAR SEU TRABALHO SURPREENDENTE!

Para produzir um trabalho com excelente apresentação gráfica é necessário seguir algumas regras, certificando-se de que nada sairá diferente do esperado.

Nenhum cliente, agência ou designer quer ter o pesadelo de criar um catálogo maravilhoso, por exemplo, com surpresas desagradáveis no impresso final.  

Detalhes como erro de corte, tonalidade diferente da escolhida, entre outros problemas geram retrabalho, perda de tempo, prejuízo e dor de cabeça, não é mesmo?

Por isso, elaboramos este checklist com dicas valiosas para você preparar arquivos para impressão da maneira correta e evitar erros, garantindo uma apresentação gráfica de excelente qualidade. Confira!

1. Não utilize acervos de imagens, preenchimentos ou contornos em RGB

No processo de impressão gráfica em offset ou de flexografia é utilizado o sistema de cores CMYK (Ciano, Magenta, Amarelo e Preto – cores substrativas).

Para que a impressão seja realizada, as cores em RGB (Vermelho, Verde e Azul) são convertidas pelo software de maneira automática para CMYK. Essa alteração não é fiel, tendo em vista que a gama de cores obtida pelo RGB é muito maior que no CMYK.

2. Use sempre imagem em alta resolução

Imagens baixadas na internet comumente têm resolução reduzida para 72 dpi, para proporcionar agilidade de navegação e melhorar a visualização em monitores.

Mas é importante ficar atento: para que elas não percam a definição ou fiquem embaçadas, “quadriculadas” nas bordas, é necessário que a qualidade seja de 300 dpi.

3. Atenção: Power Point, Word e Excel não são programas de editoração gráfica

Apesar de serem excelentes para criar um rascunho do seu trabalho ou agrupara informações, o Power Point, Word e Excel não têm capacidade de assimilar o CMYK nem de controlar a resolução das imagens. Portanto, não é recomendável gerar impressos a partir deles.

O aconselhável é converter para um programa editorial como o Corel, Illustrator, Indesign ou Photoshop.

4. Sangre o documento

A sangra (ou sangria) é grande aliada para favorecer o refile e melhorar o acabamento do seu material gráfico. Para sangrar o trabalho é só exceder a área final do impresso em poucos milímetros (pode usar a mesma regrinha da margem de segurança).

Deixe sangrar também as imagens. Desta maneira, você evita que o material apresente bordas brancas ou que venha algum ponto indevidamente cortado, pois a gráfica se viu obrigada a cortar o material um pouco para dentro.

5. Acerte na tonalidade do preto

Algumas pessoas podem ser pegas de surpresa com a tonalidade de chapados pretos no impresso. Isso acontece porque apenas a tinta preta não é suficiente para dar boa cobertura no papel. Para corrigir este problema, é só calçar o preto com uma porcentagem de ciano. Para isso, cada gráfica utiliza porcentagens diferentes, de acordo com experiências do dia a dia. É preciso tomar muito cuidado com a carga de tinta para não causar decalque, dependendo do tipo de papel e gramatura utilizados no serviço.

A Rona sugere C=30 M=25 Y=0 K=100, mas o ideal, se for possível, é pegar informação com seu fornecedor antes de finalizar o arquivo.

Caso haja textos de fontes menores de 12 pt no chapado, será preciso fazer o “trap” (colocar contorno de 0,2 mm só com preto nas fontes), para evitar o entupimento das letras. Jamais use C100M100Y100K100, pois esta carga de tinta excede o limite de absorção do papel, causando o entupimento. Atente-se à carga máxima aceitável pelo papel: 320%.

6. Efeitos, sombra, texturas e similares

Pode ser que você use estes recursos, gere o pdf e não se depare com nenhum problema. Mas pode também fazer o mesmo procedimento e estragar tudo. Inversão de transparência, sombra quebrada e outros defeitos podem surgir do nada.

Então, faça uso de transparências, blur, sombras e semelhantes à vontade. Porém, ao finalizar, converta o que foi feito em bitmap CMYK 300 dpi e só depois gere o pdf ou mande para a gráfica.

7. Arquivo em PDF

Ao finalizar e fazer as correções envie o arquivo em PDF. Não se esqueça de gerar o documento em 300 dpi, cores em CMYK, marcas de corte, com sangra, escalas, registro e com as fontes incorporadas, para não precisar convertê-las em curvas.

Se for possível, envie um boneco junto. Esta é a maneira mais segura de mandar seu arquivo para a gráfica!

Se você utiliza Corel, cuidado para não deixar textos ou objetos por baixo de imagens transparentes para gerar arquivos em pdf. Eles são convertidos para bitmap e resultam em terrível aparência. Insira-os acima das imagens ou converta em bitmap manualmente.

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